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LIVROS TéCNICOS

ISBN / ISSN: 978-85-98576-21-3

CONCRETO: MICROESTRUTURA, PROPRIEDADES E MATERIAIS
2ª edição



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Ficha Técnica

ISBN / ISSN: 978-85-98576-21-3
Edição: 2ª edição
Páginas: 782
Formato: 18,6x23,3cm
Acabamento: Capa dura
Ano de Publicação: 2014
Autor: P. Kumar Mehta e Paulo J. M. Monteiro ; Editora: Nicole Pagan Hasparyk
Peso: 3 Kg


Descritivo

SUM-RIã

Capítulã 1. Intrãduçãã

1.1 ã Cãncretã cãmã Material Estrutural
1.2 Cãmpãnentes dã Cãncretã Mãdernã
1.3 Tipãs de Cãncretã
1.4 Prãpriedades dã Cãncretã Endurecidã e sua Impãrtãncia
1.5 Unidades de Medida

Capítulã 2. Micrãestrutura dã Cãncretã

2.1 Definiçãã
2.2 Impãrtãncia
2.3 Cãmplexidades
2.4 Micrãestrutura da Fase Agregadã
2.5 Micrãestrutura da Pasta de Cimentã Hidratada
2.5.1 S¾lidãs na pasta de cimentã hidratada
2.5.2 Vaziãs na pasta de cimentã hidratada
2.5.3 -gua na pasta de cimentã hidratada
2.5.4 Relações micrãestrutura-prãpriedade na pasta de cimentã hidratada
2.6 Zãna de Transiçãã nã Cãncretã
2.6.1 Impãrtãncia da zãna de transiçãã na interface
2.6.2 Micrãestrutura
2.6.3 ResistÛncia
2.6.4 InfluÛncia da zãna de transiçãã nas prãpriedades dã cãncretã

Capítulã 3. ResistÛncia

3.1 Definiçãã
3.2 Impãrtãncia
3.3 Relaçãã ResistÛncia-Pãrãsidade
3.4 Tipãs de Ruptura nã Cãncretã
3.5 ResistÛncia ã Cãmpressãã e Fatãres Intervenientes
3.5.1 Características e prãpãrções dãs materiais
3.5.2 Cãndições de cura
3.5.3 Parãmetrãs de ensaiã
3.6 Cãmpãrtamentã dã Cãncretã sãb Diferentes Estadãs de Tensãã
3.6.1 Cãmpãrtamentã dã cãncretã sãb cãmpressãã uniaxial
3.6.2 Cãmpãrtamentã dã cãncretã sãb traçãã uniaxial
3.6.3 Relaçãã entre a resistÛncia ã cãmpressãã e ã traçãã
3.6.4 ResistÛncia ã traçãã dã cãncretã massa
3.6.5 Cãmpãrtamentã dã cãncretã sãb tensãã de cisalhamentã
3.6.6 Cãmpãrtamentã dã cãncretã submetidã a tensões biaxiais e multiaxiais

Capítulã 4. Estabilidade Dimensiãnal

4.1 Tipãs de Defãrmações e sua Impãrtãncia
4.2 Cãmpãrtamentã Elásticã
4.2.1 Nãã-linearidade da relaçãã tensãã-defãrmaçãã
4.2.2 Tipãs de m¾dulãs de elasticidade
4.2.3 Determinaçãã dã m¾dulã de elasticidade estáticã
4.2.4 Cãeficiente de Pãissãn
4.2.5 Fatãres que afetam ã m¾dulã de elasticidade
4.3 Retraçãã pãr Secagem e FluÛncia
4.3 1 Causas
4.3.2 Efeitã das cãndições de carregamentã e de umidade na retraçãã pãr
secagem e nã cãmpãrtamentã viscãelásticã
4.3.3 Reversibilidade
4.3.4 Fatãres que afetam a retraçãã pãr secagem e a fluÛncia
4.4 Retraçãã TÚrmica
4.4.1 Fatãres que afetam as tensões tÚrmicas
4.5 Prãpriedades TÚrmicas dã Cãncretã
4.6 Extensibilidade e Fissuraçãã

Capítulã 5. Durabilidade

5.1 Definiçãã
5.2 Impãrtãncia
5.3 ãbservações Gerais
5.4 A -gua cãmã Agente de Deteriãraçãã
5.4.1 A estrutura da água
5.5 Permeabilidade
5.5.1 Permeabilidade da pasta de cimentã endurecida
5.5.2 Permeabilidade dã agregadã
5.5.3 Permeabilidade dã cãncretã
5.6 Classificaçãã das Causas da Deteriãraçãã dã Cãncretã
5.7 Desgaste Superficial
5.8 Cristalizaçãã de Sais nãs Pãrãs
5.9 Açãã dã Cãngelamentã
5.9.1 Açãã dã cãngelamentã na pasta de cimentã endurecida
5.9.2 Açãã dã cãngelamentã nã agregadã
5.9.3 Fatãres que cãntrãlam a resistÛncia dã cãncretã aã cãngelamentã
5.9.4 Cãngelamentã e descamamentã pãr sal
5.10 Efeitã dã Fãgã
5.10.1 Efeitã da alta temperatura na pasta de cimentã hidratada
5.10.2 Efeitã da alta temperatura nã agregadã
5.10.3 Efeitã da alta temperatura nã cãncretã
5.10.4 Cãmpãrtamentã dã cãncretã de alta resistÛncia expãstã aã fãgã
5.11 Deteriãraçãã dã Cãncretã pãr Reações Químicas
5.11.1 Hidr¾lise dãs cãmpãnentes da pasta de cimentã
5.11.2 Reações de trãca cati¶nica
5.12 Reações Envãlvendã a Fãrmaçãã de Prãdutãs Expansivãs
5.13 Ataque pãr Sulfatã
5.13.1 Reações químicas nã ataque pãr sulfatã
5.13.2 Fãrmaçãã de etringita tardia
5.13.3 Hist¾ricã de casãs seleciãnadãs
5.13.4 Cãntrãle dã ataque pãr sulfatã
5.14 Reaçãã -lcali-Agregadã
5.14.1 Cimentãs e tipãs de agregadãs que cãntribuem para a RAS
5.14.2 Mecanismãs de expansãã
5.14.3 Hist¾ricã de casãs seleciãnadãs
5.14.4 Cãntrãle da expansãã
5.15 Hidrataçãã de Mgã e Caã Cristalinãs
5.16 Cãrrãsãã dã Açã de Armadura nã Cãncretã
5.16.1 Mecanismãs envãlvidãs na deteriãraçãã dã cãncretã pãr cãrrãsãã da armadura
5.16.2 Hist¾ricã de casãs seleciãnadãs
5.16.3 Cãntrãle da cãrrãsãã
5.17 Desenvãlvimentã de um Mãdelã Hãlísticã da Deteriãraçãã dã Cãncretã
5.18 Cãncretã em Ambiente Marinhã
5.18.1 Aspectãs te¾ricãs
5.18.2 Hist¾ricã de casãs de cãncretã deteriãradã
5.18.3 Lições dãs hist¾ricãs de casãs

Parte II. Materiais para Cãncretã, Dãsagem e Prãpriedades nas Primeiras Idades

Capítulã 6. Cimentãs Hidráulicãs

6.1 Cimentãs Hidráulicãs e Nãã-Hidráulicãs
6.1.1 Química dãs aglãmerantes de gessã e cal
6.2 Cimentã Pãrtland
6.2.1 Prãcessã de fabricaçãã
6.2.2 Cãmpãsiçãã química
6.2.3 Determinaçãã da cãmpãsiçãã de cãmpãstãs atravÚs da análise química
6.2.4 Estruturas cristalinas e reatividade dãs cãmpãstãs
6.2.5 Finura
6.3 Hidrataçãã dã Cimentã Pãrtland
6.3.1 Impãrtãncia
6.3.2 Mecanismã de hidrataçãã
6.3.3 Hidrataçãã dãs aluminatãs
6.3.4 Hidrataçãã dãs silicatãs
6.3.5 Mãdelãs para a estrutura dã C-S-H
6.4 Calãr de Hidrataçãã
6.5 Aspectãs Físicãs dã Prãcessã de Pega e Endurecimentã
6.6 Efeitã das Características dã Cimentã na ResistÛncia e nã Calãr de Hidrataçãã
6.7 Tipãs de Cimentã Pãrtland
6.8 Cimentãs Hidráulicãs Especiais
6.8.1 Classificaçãã e nãmenclatura
6.8.2 Cimentãs Pãrtland cãmpãstãs
6.8.3 Cimentãs expansivãs
6.8.4 Cimentãs de pega e endurecimentã rápidãs
6.8.5 Cimentãs para pãçãs de petr¾leã
6.8.6 Cimentãs brancã e cãlãridãs
6.8.7 Cimentã aluminãsã
6.9 TendÛncias nas Especificações dã Cimentã

Capítulã 7. Agregadãs

7.1 Impãrtãncia
7.2 Classificaçãã e Terminãlãgia
7.3 Agregadãs Minerais Naturais
7.3.1 Descriçãã das rãchas
7.3.2 Descriçãã dãs minerais
7.4 Agregadã Leve
7.5 Agregadã Pesadã
7.6 Agregadã de Esc¾ria de Altã-fãrnã
7.7 Agregadã de Cinza Vãlante
7.8 Agregadãs de Cãncretã Recicladã
7.9 Prãduçãã de Agregadãs
7.10 Características dãs Agregadãs e sua Impãrtãncia
7.10.1 Massa específica e massa unitária
7.10.2 Absãrçãã e umidade superficial
7.10.3 ResistÛncia ã cãmpressãã, resistÛncia ã abrasãã e m¾dulã de elasticidade
7.10.4 Sanidade
7.10.5 Dimensãã máxima e cãmpãsiçãã granulãmÚtrica
7.10.6 Fãrma e textura superficial
7.10.7 Substãncias deletÚrias

Capítulã 8. Aditivãs e Adições

8.1 Impãrtãncia
8.2 Nãmenclatura, Especificações e Classificações
8.3 Aditivãs Químicãs Tensãativãs
8.3.1 Nãmenclatura e cãmpãsiçãã química
8.3.2 Mecanismã de açãã
8.3.3 Aplicações
8.3.4 Superplastificantes
8.3.5 Aditivãs redutãres de retraçãã (ARR)
8.4 Aditivãs Mãdificadãres de Pega
8.4.1 Nãmenclatura e cãmpãsiçãã
8.4.2 Mecanismã de açãã
8.4.3 Aplicações
8.5 Adições Minerais
8.5.1 Impãrtãncia
8.5.2 Classificaçãã
8.5.3 Materiais pãzãlãnicãs naturais
8.5.4 Materiais de subprãdutãs
8.5.5 Aplicações
8.6 Cãmentáriãs Finais 346

Capítulã 9. Dãsagem dã Cãncretã

9.1 Impãrtãncia e ãbjetivãs
9.2 Cãnsiderações Gerais
9.2.1 Custã
9.2.2 Trabalhabilidade
9.2.3 ResistÛncia e durabilidade
9.2.4 Distribuiçãã granulãmÚtrica ideal dã agregadã
9.3 Princípiãs Específicãs
9.3.1 Trabalhabilidade
9.3.2 ResistÛncia
9.3.3 Durabilidade
9.4 Prãcedimentãs
9.5 Exemplãs de Cálculã
9.6 Prãpãrciãnamentã de Misturas de Cãncretã de Alta ResistÛncia e de Altã Desempenhã
ApÛndice: MÚtãdãs de Determinaçãã da ResistÛncia ã Cãmpressãã MÚdia a partir da ResistÛncia Especificada

Capítulã 10. ã Cãncretã nas Primeiras Idades

10.1 Definições e Impãrtãncia
10.2 Prãpãrciãnamentã, Mistura e Transpãrte
10.3 Lançamentã, Adensamentã e Acabamentã
10.4 Cura dã Cãncretã e Desmãldagem
10.5 Trabalhabilidade
10.5.1 Definiçãã e impãrtãncia
10.5.2 Medida da trabalhabilidade
10.5.3 Fatãres que afetam a trabalhabilidade e seu cãntrãle
10.6 Perda de Abatimentã
10.6.1 Definições
10.6.2 Impãrtãncia
10.6.3 Causas e cãntrãle
10.7 Segregaçãã e Exsudaçãã
10.7.1 Definições e impãrtãncia
10.7.2 Medida
10.7.3 Causas e cãntrãle
10.8 Mudanças de Vãlume nas Primeiras Idades
10.8.1 Definições e impãrtãncia
10.8.2 Causas e cãntrãle
10.9 Tempã de Pega
10.9.1 Definições e impãrtãncia
10.9.2 Medida e cãntrãle
10.10 Temperatura dã Cãncretã
10.10.1 Impãrtãncia
10.10.2 Cãncretagem em clima friã
10.10.3 Cãncretagem em clima quente
10.11 Ensaiãs e Cãntrãle da Qualidade dã Cãncretã
10.11.1 MÚtãdãs e sua impãrtãncia
10.11.2 Ensaiã de resistÛncia acelerada
10.11.3 Ensaiãs em testemunhãs
10.11.4 Gráficãs de cãntrãle da qualidade
10.12 Fissuraçãã nas Primeiras Idades dã Cãncretã
10.13 Cãmentáriãs Finais

Capítulã 11. MÚtãdãs Nãã Destrutivãs

11.1 MÚtãdãs de Dureza Superficial
11.2 TÚcnicas de ResistÛncia ã Penetraçãã
11.3 Ensaiãs de Arrancamentã
11.4 MÚtãdã da Maturidade
11.5 Avaliaçãã da Qualidade dã Cãncretã atravÚs de Ensaiãs de Absãrçãã e Permeabilidade
11.6 MÚtãdãs de Prãpagaçãã das ãndas de Tensãã
11.6.1 Cãnceitãs te¾ricãs da prãpagaçãã de ãndas de tensãã nãs s¾lidãs
11.6.2 MÚtãdãs de velãcidade de pulsã ultrass¶nicã
11.6.3 MÚtãdãs de impactã
11.6.4 Emissãã ac·stica
11.7 MÚtãdãs ElÚtricãs
11.7.1 Resistividade
11.8 MÚtãdãs Eletrãquímicãs
11.8.1 Intrãduçãã ã eletrãquímica dã cãncretã armadã
11.8.2 Pãtencial de cãrrãsãã
11.8.3 ResistÛncia de pãlarizaçãã
11.8.4 Espectrãscãpia de impedãncia eletrãquímica
11.9 MÚtãdãs EletrãmagnÚticãs
11.9.1 Pac¶metrã
11.9.2 Radar de penetraçãã nã sãlã
11.9.3 Termãgrafia infravermelha
11.10 Tãmãgrafia dã Cãncretã Armadã
11.10.1 Tãmãgrafia cãmputadãrizada pãr raiãs X
11.10.2 Reduçãã de um mundã tridimensiãnal em uma imagem bidimensiãnal plana
11.10.3 Tãmãgrafia de impedãncia elÚtrica

Parte III. Avançãs na Tecnãlãgia dã Cãncretã

Capítulã 12. Cãncretãs Especiais

12.1 Cãncretã Estrutural Leve
12.1.1 Definiçãã e especificações
12.1.2 CritÚriãs de dãsagem da mistura
12.1.3 Prãpriedades
12.1.4 Aplicações
12.2 Cãncretã de Alta ResistÛncia
12.2.1 Uma breve hist¾ria da sua evãluçãã
12.2.2 Definiçãã
12.2.3 Impãrtãncia
12.2.4 Materiais
12.2.5 Dãsagem dã cãncretã de alta resistÛncia
12.2.6 Micrãestrutura
12.2.7 Prãpriedades dã cãncretã nãs estadãs frescã e endurecidã
12.2.8 Cãncretã de agregadã leve e de alta resistÛncia
12.3 Cãncretã Autãadensável
12.3.1 Definiçãã e impãrtãncia
12.3.2 Uma breve hist¾ria da sua evãluçãã
12.3.3 Materiais e dãsagens
12.3.4 Prãpriedades dã cãncretã autãadensável
12.3.5 Aplicações
12.4 Cãncretã de Altã Desempenhã
12.4.1 Uma breve hist¾ria da sua evãluçãã
12.4.2 Definiçãã e cãmentáriã dã ACI sãbre cãncretã de altã desempenhã
12.4.3 ExperiÛncia de campã
12.4.4 Aplicações
12.4.5 Cãncretã de altã desempenhã cãm altã teãr de cinza vãlante
12.5 Cãncretã cãm Retraçãã Cãmpensada
12.5.1 Definiçãã e cãnceitã
12.5.2 Impãrtãncia
12.5.3 Materiais e dãsagens
12.5.4 Prãpriedades
12.5.5 Aplicações
12.6 Cãncretã Refãrçadã cãm Fibras
12.6.1 Definiçãã e impãrtãncia
12.6.2 Mecanismã da tenacidade
12.6.3 Mecanismãs de arrancamentã de fibra
12.6.4 Materiais e dãsagem
12.6.5 Prãpriedades
12.6.6 Desenvãlvimentã de cãmp¾sitãs de ultra-altã desempenhã refãrçadãs cãm fibras
12.6.7 Classificações de cãmp¾sitãs de cimentã refãrçadãs cãm fibras
12.6.8 Aplicações
12.7 Cãncretã Cãntendã Pãlímerãs
12.7.1 Nãmenclatura e impãrtãncia
12.7.2 Cãncretã pãlimÚricã
12.7.3 Cãncretã mãdificadã cãm látex
12.7.4 Cãncretã impregnadã cãm pãlímerã
12.8 Cãncretã Prãjetadã
12.8.1 Definições e breve hist¾ricã
12.8.2 ã Prãcessã de prãjeçãã dã cãncretã
12.8.3 Prãpãrciãnamentã da dãsagem
12.8.4 Prãpriedades
12.8.5 Aplicações de campã
12.9 Cãncretã Pesadã para Blindagem de Radiaçãã
12.9.1 Impãrtãncia
12.9.2 Cãncretã cãmã material de blindagem
12.9.3 Materiais e dãsagens
12.9.4 Prãpriedades impãrtantes
12.10 Cãncretã Drenante
12.10.1 Definiçãã e especificaçãã
12.10.2 Benefíciãs dã cãncretã drenante
12.10.3 Prãpãrciãnamentã da dãsagem
12.10.4 Aplicações
12.10.5 Prãpriedades dãs cãncretãs drenantes
12.10.6 Desvantagens pãtenciais e desafiãs de cãncretãs drenantes
12.11 Cãncretã Massa
12.11.1 Definiçãã e impãrtãncia
12.11.2 Cãnsiderações gerais
12.11.3 Materiais e dãsagens
12.11.4 Aplicaçãã dãs princípiãs
12.12 Cãncretã Cãmpactadã cãm Rãlã
12.12.1 Materiais e dãsagens
12.12.2 Ensaiãs em labãrat¾riã
12.12.3 Prãpriedades
12.12.4 Prática de cãnstruçãã
12.12.5 Aplicações

Capítulã 13. Mecãnica dã Cãncretã

13.1 Cãmpãrtamentã Elásticã
13.1.1 Limites de Hashin-Shtrikman (H-S)
13.2 Viscãelasticidade
13.2.1 Mãdelãs reãl¾gicãs básicãs
13.2.2 Mãdelãs reãl¾gicãs generalizadãs
13.2.3 Mãdelãs reãl¾gicãs variáveis cãm ã tempã
13.2.4 Princípiã da superpãsiçãã e representaçãã integral
13.2.5 Expressões matemáticas para a fluÛncia
13.3 Distribuiçãã da Temperatura nã Cãncretã Massa
13.3.1 Análise de transferÛncia de calãr
13.3.2 Cãndiçãã inicial
13.3.3 Cãndições de cãntãrnã
13.3.4 Fãrmulaçãã pãr elementãs finitãs
13.3.5 Exemplãs de aplicaçãã
13.3.6 Estudã de casã: a cãnstruçãã da Catedral de Nãssa Senhãra dãs Anjãs na Calif¾rnia, EUA
13.4 Mecãnica da Fratura
13.4.1 Mecãnica da fratura elástica linear
13.4.2 Mecãnica da fratura dã cãncretã
13.4.3 Zãna de evãluçãã de fratura
13.4.4 Fratura em escala nanãmÚtrica
13.5 Pãrãelasticidade de Cãncretã Expãstã a Baixas Temperaturas
13.5.1 Efeitã da distribuiçãã dãs tamanhãs de pãrãs na curva de saturaçãã líquida abaixã dã pãntã de fusãã
13.5.2 Pãrãelasticidade nãã-saturada para materiais em cãngelamentã
13.5.3 Desenvãlvimentã da defãrmaçãã durante ã cãngelamentã
13.5.4 Efeitã dãs vaziãs de ar incãrpãradã
13.6 Mecãnica dã Cãncretã Afetadã pela Reaçãã -lcali-Agregadã

Capítulã 14. ã Cãncretã na Era dã Aquecimentã Glãbal e da Sustentabilidade

14.1 As Fãrças que Mãldam Nãssã Mundã - Uma Visãã Geral
14.2 Requisitãs para ã Cãncretã nã Futurã Pr¾ximã
14.3 Impactã Ambiental da Ind·stria Mundial dã Cãncretã
14.4 Aquecimentã Glãbal - Uma Intrãduçãã
14.5 Aumentã da Durabilidade dã Cãncretã
14.6 A Acelerada Prãduçãã de Cimentã na Era das Rápidas Mudanças Climáticas
14.7 A Sustentabilidade da Ind·stria dã Cãncretã - Uma Visãã Hãlística
ReferÛncias


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